O fim da infância

Havia, é claro, alguns vadios, mas o número de pessoas com a força de vontade necessária para viver em completa ociosidade é muito menor do que geralmente se supõe. Manter esses parasitas custava muito menos do que sustentar os exércitos e coletores de bilhetes, empregados de lojas, funcionários de bancos, corretores, etc., cuja principal função, do ponto de vista global, era transladar itens de um livro para outro.

Arthur C. Clarke, “O fim da infância”, 1953.

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1 Response to “O fim da infância”


  1. 1 vainalousachefe novembro 2, 2007 às 11:19 pm

    Genial essa passagem.
    Não à toa Arthur Clarke é o meu preferido.


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